Cultura Empresarial

Empresários do comércio otimistas com rumos da economia. Mas desemprego ainda preocupa.
08 de fevereiro de 2019
Empresários do comércio otimistas com rumos da economia. Mas desemprego ainda preocupa.

O empresário Juliano César Faria Souto, do Grupo Fasouto, está esperançoso com os rumos da economia, especialmente em ações pontuais que estimulam o mercado, como o controle à inflação. O empresário defende, no entanto, a necessidade de políticas públicas de geração de emprego como fator determinante para o início de um novo ciclo de desenvolvimento social.

“Estamos esperançosos com as propostas do Governo Federal para a economia. Existem ações positivas, como a queda e o controle da inflação, o que garante o poder de compra a quem tem renda. Mas aí está um problema: e quem não tem renda, e aquele que não tem emprego?”, indaga Juliano César.

Em 2018, Sergipe gerou apenas 841 empregos com carteira assinada, no batimento entre os 86.332 admitidos contra os 85.491 desligados. No cenário nacional, o mercado de trabalho fechou o ano com a criação de 529.554 vagas. Sergipe ficou na 21ª posição no ranking do país e sétima, no regional -  a região tem nove Estados. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados - Caged - divulgados pelo Ministério do Trabalho.

Segundo o empresário Juliano César, ainda faltam iniciativas concretas de combate ao desemprego. Para ele, uma política de geração de emprego deveria estar entre as cinco ações prioritárias dos governos federal e estadual.

“Em Sergipe, temos cerca de 15% da população sem emprego. No país, são mais de 12 milhões. O desemprego é um fator determinante não só no aspecto econômico, como desencadeia outras questões sociais. Leva muitas vezes a população, principalmente os jovens de baixa renda, a um caminho sem volta”, alerta.

Para Juliano César, a filosofia do Grupo Fasouto com suas lojas de perfis atacadistas em diversos municípios - Aracaju, Estância, Lagarto, Tobias Barreto e Nossa Senhora do Socorro, esta última em construção -, é a de fomentar o emprego sustentável nas regiões onde elas se encontram. Hoje, o grupo gera 400 empregos diretos e abastece mais de 10 mil micros e pequenos comerciantes nesses pontos de distribuição.

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